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Postado em 2 de setembro de 2018, por Alexandre Melo.

Desembarcador Tutmés Airan é investigado por suposta cobrança de propina

Tramita no Superior Tribunal de Justiça (STJ) uma nova sindicância contra o desembargador alagoano Tutmés Airan de Albuquerque, que é acusado pela advogada Adriana Mangabeira Wanderley de pedir propina para dar sentença favorável na ação em que ela receberia honorários da Braskem, empresa do grupo Odebrecht.

A denúncia fez aniversário de um ano no dia 11 de agosto, quando o suposto esquema veio à tona pela imprensa. O EXTRA teve acesso ao relatório assinado pelo vice-procurador-geral da República, Luciano Mariz Maia, e encaminhado ao STJ tendo como destinatário o ministro Félix Fischer, que é relator do processo.

Segundo descrito no documento, Airan teria solicitado, por terceiros, para favorecer Adriana no julgamento da ação, 50% dos honorários para seu enteado Lucas Almeida, bem como R$ 30 mil para ser entregue a um funcionário do Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL) chamado João Duda.

“A importância foi alegadamente cobrada em razão do desembargador ter tido prejuízos no restaurante que possuía em São Miguel dos Milagres”, destacou Maia, tendo como base as denúncias de Adriana. A advogada ainda declarou, em juízo, que o magistrado recebia visitas de advogados da Odebrecht com “malas” em seu gabinete.

fonte: EXTRA 

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