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Postado em 27 de junho de 2018, por Alexandre Melo.

PSOL faz ‘vaquinha’ para candidatura, enquanto Renan filho gasta 7,8 milhões em propaganda

Somente neste ano eleitoral, R$ 7,8 milhões já foram investidos em propaganda institucional do Governo de Alagoas, exaltando feitos do pré-candidato a reeleição Renan Filho (MDB). O valor se aproxima do montante de R$ 8,6 milhões que o MDB pode destinar às campanhas em cada uma das 27 unidades da federação. Os dados foram expostos pelo o professor universitário Basile Christopoulos (PSOL), ao inaugurar, nesta terça-feira (27), em suas redes sociais, a primeira ferramenta de “vaquinha virtual” para arrecadar recursos para financiar uma campanha a governador de Alagoas.

Contando com o que sobrar dos R$ 203 mil do fundo partidário do PSOL para investir nas candidaturas alagoanas, Basile exaltou a forma propositiva e coletiva como se compromete a buscar o mandato de governador de Alagoas, ao lançar o site oficial de arrecadação www.doeoficial.org/Basile.

O pré-candidato lembra que o PSOL nunca aceitou dinheiro de empresas privadas e afirma que sua campanha ao governo já não aceitaria, mesmo se não houvesse a proibição pela Justiça Eleitoral. E pede o apoio de todos que acreditam em sua pré-candidatura como a oposição ao sistema que está no poder.

“Todos sabemos como é difícil fazer política nesse estado, desafiando poderosos e as oligarquias. Mas nós queremos contar com o apoio de todos alagoanos que querem ter uma escolha para o governo. E posso dizer: nós temos sim escolha! Quero construir essa caminhada com ideias para o nosso programa de governo e também com a arrecadação financeira coletiva para a nossa campanha, seja com R$ 10, R$ 20, R$ 50, R$ 100, R$ 1000”, disse Basile.

Ao questionar o motivo de as campanhas eleitorais envolverem tantos recursos e ‘maquiagem’ de propósitos e propostas, o doutor em Direito crê na possibilidade de fazer política com pouco dinheiro e mais engajamento dos eleitores alagoanos.

O pré-candidato lembra que o PSOL nunca aceitou dinheiro de empresas privadas e afirma que sua campanha ao governo já não aceitaria, mesmo se não houvesse a proibição pela Justiça Eleitoral. E pede o apoio de todosque acreditam em sua pré-candidatura como a oposição ao sistema que está no poder.

“Todos sabemos como é difícil fazer política nesse estado, desafiando poderosos e as oligarquias. Mas nós queremos contar com o apoio de todos alagoanos que querem ter uma escolha para o governo. E posso dizer: nós temos sim escolha! Quero construir essa caminhada com ideias para o nosso programa de governo e também com a arrecadação financeira coletiva para a nossa campanha, seja com R$ 10, R$ 20, R$ 50, R$ 100, R$ 1000”, disse Basile.

Ao questionar o motivo de as campanhas eleitorais envolverem tantos recursos e ‘maquiagem’ de propósitos e propostas, o doutor em Direito crê na possibilidade de fazer política com pouco dinheiro e mais engajamento dos eleitores alagoanos.

“Por que uma campanha precisa ser tão cara? As pessoas estão cansadas de ver tanta ‘maquiagem’ nas TVs e redes sociais. A realidade que o povo enfrenta é bem diferente. Só neste ano já foram gastos mais de 7 milhões de dinheiro público com publicidade institucional. Essa prática foi alertada inclusive pelo Ministério Público para que o gestor atual não faça pré-campanha à custa do dinheiro público”, alertou o pré-candidato do PSOL.

Veja a mensagem de Basile:

Fundos partidários

O PSOL Nacional terá 1,2% do fundo partidário destinado ao financiamento público das campanhas, com R$ 203 mil para os candidatos alagoanos. E o MDB do governador Renan Filho terá exatamente R$ 234.232.915,58 para investir em suas candidaturas em todo o Brasil. Valor que se fosse dividido igualitariamente entre as 27 unidades federativas daria mais de R$ 8,6 milhões às campanhas do MDB nos estados.

De acordo com o Portal da Transperência, somente neste ano eleitoral, o governo de Renan Filho gastou R$ 7.808.448,80 com publicidade institucional, através da Secretaria de Comunicação do Estado. O valor foi distribuído para duas empresas, a PAZ Publicidade e Marketing e a STQ Publicidade. No mesmo período do ano passado, foram mais de R$ 10 milhões, entre as duas empresas citadas anteriormente e a BCO Propraganda LTDA.

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