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Prefeito de Maceio Rui Palmeira e ministro do Turismo Marx Beltrao - Foto Secom Maceio

Postado em 5 de janeiro de 2018, por Alexandre Melo.

RUI PALMEIRA E MARX BELTRÃO PODEM SE UNIR CONTRA RENAN FILHO

O prefeito de Maceió, Rui Palmeira (PSDB), principal rival de Renan Calheiros (PMDB-AL), neste ano eleitoral de 2018, vê como trunfo a intensa disputa pelas duas vagas de senador na chapa de seu grupo partidário, que tem o tucano como provável candidato a governador de Alagoas, contra a reeleição de Renan Filho (PMDB). Para fortalecer ainda mais sua base de apoio, Rui considera ter em seu grupo de oposição aos Calheiros o ministro do Turismo, Marx Beltrão (PMDB-AL), que é candidato a senador.

Rui Palmeira admite atrair o ministro peemedebista, que já pensa em ingressar no PSD para garantir a candidatura ao Senado, sem surpresas com os rumos do PMDB liderado por Renan em Alagoas. Mas o tucano ressaltou que conta com a candidatura à reeleição do senador Benedito de Lira (PP-AL) e com a possibilidade de o ex-governador Teotonio Vilela Filho (PSDB-AL) ingressar na disputa. Esquecendo ainda de citar o ministro dos Transportes, Maurício Quintella (PR-AL), que já demonstrou disposição para concorrer contra Renan, na chapa tucana.

RUI SUGERE QUE PMDB TEM FOCO ÚNICO NO SENADO (FOTO: SECOM MACEIÓ)

“O ministro Marx tem auxiliado o município. A gente tem dialogado e, certamente, vamos conversar com o ministro Marx. Hoje, nós temos em nosso grupo a candidatura do senador Benedito, que vai à reeleição, a possibilidade do ex-governador Teotonio Vilela. E outras opções que devem surgir. Então, tudo isso faz parte desse quebra-cabeça que a gente está tendo que montar, de agora, até 07 de abril”, disse Rui Palmeira, durante vistoria a obras de pavimentação, no Bairro da Santa Lúcia, na quarta-feira (03).

Após colocar em dúvida sua candidatura a governador, que exigirá a renúncia à Prefeitura de Maceió, no prazo de desincompatibilização, Rui Palmeira ainda foi questionado pelo site CadaMinuto, se preferia disputar o Governo de Alagoas, ou o Senado. Mas sugeriu que não haveria candidatura mais forte ao governo do que a dele, em seu grupo político, a ponto de viabilizar seu nome para o Senado.

“Há, obviamente, uma pressão e um apelo do grupo para que eu seja candidato a governador. Isso aí, acho que é notório. Não há candidatura a senador, sem uma candidatura forte ao Governo. Não há candidatura isolada para o Senado. Então, tenho que pensar não somente na minha situação, como na de todo o grupo. A gente tem que saber encaixar as peças desse quebra-cabeça. Essa é a grande tarefa que temos em janeiro e fevereiro. Quando a gente conseguir encaixar as peças, é que vou saber qual vai ser a minha posição pessoal”, respondeu o prefeito da capital alagoana.

“FOCO ÚNICO”

A declaração do prefeito de Maceió foi dada quando foi questionado pela reportagem sobre o grande número de pré-candidatos ao Senado em seu grupo político, o prefeito tucano provocou o senador Renan e o suposto “foco único” do PMDB para 2018, que seria reeleger o ex-presidente do senado para dar sobrevida ao grupo político que domina Alagoas, atualmente.

“É melhor ter muitos, do que somente um, como é o caso de alguns, aqui. Então, a gente faz questão de a nossa chapa ter dois candidatos. O que não dá é para você montar chapas excludentes, com um só nome, porque a prioridade daquela chapa passa a ser a eleição daquele candidato específico ao Senado. A gente vai trabalhar para ter dois candidatos fortes ao Senado e um candidato forte ao governo”, concluiu Rui Palmeira.

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