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Postado em 1 de novembro de 2017, por Alexandre Melo.

PREFEITO MARCELO LIMA PARTICIPAR DO EVENTO DA CNA EM BRASÍLIA.

O prefeito Marcelo Lima publicou nas redes sociais que está em Brasília participando do evento promovido pela CNA (Confederação Nacional da Agricultura) sobre negociação das dívidas do setor agrícola em função das secas sucessivas que atingiu os Agropecuaristas do Nordeste.

A regularização dos débitos rurais junto às instituições financeiras são regidas pela Lei Federal 13.340/2016.

O presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), João Martins, afirmou que os produtores do Norte e do Nordeste, pelas próprias características específicas destas regiões, precisam de uma política agrícola diferenciada para resolver o problema do endividamento e voltar a produzir.

Martins participou da abertura do Seminário Agro em Questão – “Lei 13.340/2016 – Regularização de Débitos Rurais junto às Instituições Financeiras”, evento que reuniu, na sede da CNA, produtores rurais, parlamentares, presidentes de Federações de agricultura e pecuária e representantes de bancos e do governo federal.

O objetivo do evento foi esclarecer dúvidas e debater com especialistas a renegociação de dívidas de produtores rurais das áreas de atuação da Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (SUDENE), que abrange a região Nordeste e o Norte de Minas e do Espírito Santo, e da Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (SUDAM).

“Está na hora das bancadas do Nordeste e do Norte criarem uma política diferenciada porque são regiões diferentes, com problemas climáticos, déficits hídricos, solo diferente. Precisamos de uma política de Estado porque uma política de quatro anos de um governo não é suficiente”, afirmou Martins.

A Lei 13.340/2016 autorizou a liquidação e a renegociação de dívidas de operações de crédito rural de produtores das áreas da SUDENE e da SUDAM. “O problema hoje é que os bancos têm interpretações diferentes. Precisamos dirimir estas dúvidas e fazer com que a renegociação seja possível”, afirmou o presidente da CNA. Segundo ele, o peso do endividamento tem feito com que muitos produtores abandonem suas atividades.

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